Quando pensamos no mundo que queremos, pensamos em um mundo com igualdade de gênero. Um mundo em que mulheres não sejam sobrecarregadas, subjugadas, colocadas como loucas, inadequadas ou exageradas. Um mundo em que para nós, mulheres, é permitido viver comsegurança, saúde e liberdade de escolhas. Nos últimos anos, a violência contra a mulher segue em números crescentes e alarmantes. Nós como mulheres e reconhecendo a necessidade de espaços seguros para falar das dores deste papel na sociedade em que vivemos, com todos os seus recortes, apresentamos a atividade “Se tem placa, tem história” para falar sobre os avanços que nós mulheres conquistamos ao longo dos anos e muitas vezes não sabemos, além de acolher as dores que surgem das estagnações presentes nas leis e em nossas relações que seguem sob uma ótica antiquada, machista e patriarcal. O relato de experiência que se segue elabora, sob a luz da socionomia, a vivência “Se tem placa, tem história”, construída por meio do Método Educacional Psicodramático deMaria Alicia Romaña e considerando Objetivos de Desenvolvimento Sustentávelcomo Igualdade de gênero, Redução das desigualdades e Paz, Justiça e Instituições Eficazes.
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